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"Superar a Pobreza, a Exploração e a Desigualdade Social, com a participação dos Trabalhadores."
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEm uma campanha socialista de esquerda o (os) candidato (os) tem que fazer o corpo a corpo e utilizar (em) da criatividade.
ResponderExcluirProf. Valdete Alves Teodósio
Timon - MA
O Brasil precisa urgente de mudanças radicais nos serviços públicos: Educação Pública de Qualidade (valorizar o PROFESSOR(A)); Saúde Pública de Qualidade; Segurança Pública de Qualidade; Reforma Agrária com apoio ao pequeno agricultor e sobre tudo distribuição de renda com perspectiva de erradicar a pobreza.Eliminar esses programas assistencialismo que só leva a ilusão de quem a participa. PSOL tem essa missão de fazer a transformação no Brasil.
ResponderExcluirSe você não aguenta...
ResponderExcluirSe você trabalhador(a), dona-de-casa, jovem, povo, não aguenta ver tanta miséria, violência, desemprego, corrupção e mentira, junte-se aos candidatos do PSOL e faça seu protesto, mostre sua indignação, sua revolta.
Se você não aguenta...Vote 50!
Não é que o mundo vá se transformar pelo seu voto. Porém votar 50 é votar contra os políticos que só trabalham para as pessoas muito ricas, para os capitalistas.
Vote pela verdade, pelo socialismo, por um mundo justo e igual.
Votar 50 é votar consciente, é votar para não se arrepender.
Se você não aguenta, vote 50!
Quem disse que só existem três alternativas? A televisão finge que é assim.Mas não é! Para presidente não vamos nos reduzir à falsa esquerda com Dilma, à extrema direita com Serra e ao ecocapitalismo com Marina!
ResponderExcluirNosso candidato é o Plínio! Ele é coerente, preparado, guerreiro! Seu discurso é claro e direto: precisamos construir outra sociedade! Nós que não nos conformamos com a desigualdade, que queremos um mundo justo e igual, precisamos lutar para levar ao conhecimento do povo a valorosa candidatura do Plínio! Espalhe você também essa esperança: PLINIO 50!!!
Vamos refletir: as escolas dos nossos filhos são de má qualidade, os postos de saúde e hospitais públicos não funcionam, o salário é pouco para alimentar bem nossa família, os ônibus que nos transportam são lotados e os pequenos agricultores não têm terra.
ResponderExcluirPor outro lado os muito ricos estudam em escolas caríssimas, têm plano de saúde, possuem tantas casas e tantas terras que nem sequer moram ou plantam nelas e levam uma vida de luxo.
Isto não é certo e apenas nós seremos capazes de mudar o que está errado!
Timon MA, precisa urgentemente repensar o trecho da BR 316 que passa por dentro da cidade o fluxo de veículos é intenso às 24 horas. Além de causar vários acidentes com vítimas fatais, causa muito transtorno para a população. A solução seria interligar a BR 316 pela adjacência da cidade melhorando o trânsito e a locomoção dos pedestres.
ResponderExcluirTimon é uma cidade calorosa, vizinha da capital do Piauí, a bela cidade de Teresina. Acolhedora, em pleno desenvolvimento e precisa urgentemente melhorar sua infra-estrutura: saneamento, sub-estação de abastecimento de água potável, quebrar o monopólio da única empresa de transporte coletivo a "Dois Irmãos" que interliga Timon e Teresina, essa empresa massacra os usuários 24h do dia...
ResponderExcluirTRE-PI permite candidatura de Romualdo Brazil
ResponderExcluirO pedido de reforma do julgamento de registro de candidatura ao Governo do Piauí do PSol foi aceito pelo TRE do Piauí.
O candidato do partido será José Romualdo Lopes de Sousa, o Romualdo Brazil.
Plínio de Arruda Sampaio
ResponderExcluirFrases:
Babaca
"Fui falar com o PIB. Mas o PIB é muito babaca. Fica aquela coisa de Vossa Excelência para cá, Vossa Excelência para lá" – Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República – PSOL, depois de participar do debate convocado pelo ex-ministro do Planejamento João Paulo Reis Velloso para discutir um plano de desenvolvimento para o país, na Academia Brasileira de Letras, no centro do Rio – Folha de S. Paulo, 13-08-2010.
Oligarquias
"Com todo o respeito aos senadores, não servem para nada. A não ser manter as oligarquias, tipo Sarney" – Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República – PSOL – O Estado de S. Paulo, 13-08-2010.
Ocupação não é crime
“Ocupação de terra não é crime. Ocupação de terra é diferente de invasão. Não é nem crime. É um apelo a uma sociedade insensível a respeito da necessidade que a população tem de poder ter terra para viver. A população rural não pode viver sem isso. Estou de acordo” - Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República – PSOL – O Globo, 13-08-2010.
Calote
“Quem dá calote é a burguesia. Dá calote no povo, por exemplo, quando não faz reajuste dos funcionários públicos e ninguém fala nada” - Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República – PSOL – O Globo, 13-08-2010.
Classe econômica
“Eu sou um viajante de avião de classe econômica. Sempre fui, nunca reclamei. Mas, agora, preciso reclamar: a Globo inventou na eleição presidencial a classe executiva com candidatos chapa branca e a classe que não tem a bancada, que não tem os 12 minutos” - Plínio de Arruda Sampaio, candidato à presidência da República – PSOL – O Globo, 13-08-2010.
Plínio Soares de Arruda Sampaio (São Paulo, 26 de julho de 1930) é um intelectual e ativista político brasileiro, filiado ao PSOL e candidato à Presidência da República em 2010.
ResponderExcluirFormado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1954, militou na Juventude Universitária Católica, da qual foi presidente, e na Ação Popular, organização de esquerda surgida a partir dos movimentos leigos da Ação Católica Brasileira.
Foi promotor público, deputado federal constituinte e atualmente preside a Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), além de dirigir o semanário Correio da Cidadania.
Durante o governo de Carvalho Pinto do Estado de São Paulo, Plínio foi indicado para a subchefia da Casa Civil. Em 1959, um ano após a eleição de Carvalho Pinto, Plínio tornou-se coordenador do Plano de Ação do Governo, função que ocupou até 1962. Ainda no governo Carvalho Pinto, foi secretário dos Negócios Jurídicos, e entre 1961 e 1962 chegou a trabalhar na prefeitura da cidade de São Paulo como secretário do Interior e Justiça.
ResponderExcluirEm 1962, foi eleito deputado federal pelo Partido Democrata Cristão e tornou-se membro da Comissão de Economia, da Comissão de Política Agrícola e da Comissão de Legislação Social. Principal liderança da ala esquerda do PDC, foi relator do projeto de reforma agrária, que integrava as reformas de base do governo João Goulart. Criou a Comissão Especial de Reforma Agrária e propôs um modelo de reforma que despertou a indignação dos grandes latifundiários do Brasil.
Após o golpe de 1964 foi um dos 100 primeiros brasileiros a terem seus direitos políticos cassados por dez anos, pelo Ato Institucional nº 1, nos primeiros dez dias do regime.[1]
Exilou-se no Chile onde morou por seis anos, trabalhando como funcionário da FAO. Tranferiu-se para Estados Unidos da América em 1970, onde trabalhou no Programa FAO/BID, em Washington D.C., antes de cursar o mestrado em Economia Agrícola na Universidade Cornell. De volta ao Brasil em 1976, foi professor da Fundação Getúlio Vargas, fundou o Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) e engajou-se na campanha pela abertura do regime militar e pela anistia dos condenados políticos. Ao lado de outros intelectuais do Cedec e do Cebrap, idealizou um partido à esquerda do MDB e, para isso, ao lado de Almino Affonso, Francisco Weffort e Fernando Henrique Cardoso, articulou-se com líderes emedebistas como Marcos Freire e Jarbas Vasconcelos. Paralelamente, Plínio, Weffort e Almino lançaram a candidatura de Fernando Henrique para o Senado pela sublegenda do MDB. O acordo entre eles era de construir um novo partido de esquerda, se Fernando Henrique ganhasse mais de um milhão de votos. O partido já tinha programa e manifesto e se chamaria Partido Socialista Democrático Popular (PSDP).[2]
ResponderExcluirNa concepção de Plínio, a nova agremiação seria um partido democrático e de massas com base popular e programa socialista, organizado em núcleos de base. Porém, a idéia de criar um novo partido foi abortada pela mudança de planos de Fernando Henrique, que, após se eleger suplente de senador pelo MDB em 1978, declarou como prioridade o fortalecimento da legenda, apesar do compromisso firmado com Plínio, Almino e Weffort de construir um novo partido. Fernando Henrique chegou a receber 1.600.000 votos, derrotando o candidato da Arena Cláudio Lembo, assim conquistando a suplência do senador eleito Franco Montoro. Embora tivesse combinado com Plínio de construir um partido socialista, caso atingisse a marca do milhão de votos, o que demonstraria viabilidade eleitoral de candidatos de esquerda, Fernando Henrique alegou que, se cumprisse o combinado, estaria encorajando o divisionismo. Plínio, perplexo com a inversão de prioridades do colega, rompeu com o PMDB.
Exilou-se no Chile onde morou por seis anos, trabalhando como funcionário da FAO. Tranferiu-se para Estados Unidos da América em 1970, onde trabalhou no Programa FAO/BID, em Washington D.C., antes de cursar o mestrado em Economia Agrícola na Universidade Cornell. De volta ao Brasil em 1976, foi professor da Fundação Getúlio Vargas, fundou o Centro de Estudos de Cultura Contemporânea (Cedec) e engajou-se na campanha pela abertura do regime militar e pela anistia dos condenados políticos. Ao lado de outros intelectuais do Cedec e do Cebrap, idealizou um partido à esquerda do MDB e, para isso, ao lado de Almino Affonso, Francisco Weffort e Fernando Henrique Cardoso, articulou-se com líderes emedebistas como Marcos Freire e Jarbas Vasconcelos. Paralelamente, Plínio, Weffort e Almino lançaram a candidatura de Fernando Henrique para o Senado pela sublegenda do MDB. O acordo entre eles era de construir um novo partido de esquerda, se Fernando Henrique ganhasse mais de um milhão de votos. O partido já tinha programa e manifesto e se chamaria Partido Socialista Democrático Popular (PSDP).[2]
ResponderExcluirNa concepção de Plínio, a nova agremiação seria um partido democrático e de massas com base popular e programa socialista, organizado em núcleos de base. Porém, a idéia de criar um novo partido foi abortada pela mudança de planos de Fernando Henrique, que, após se eleger suplente de senador pelo MDB em 1978, declarou como prioridade o fortalecimento da legenda, apesar do compromisso firmado com Plínio, Almino e Weffort de construir um novo partido. Fernando Henrique chegou a receber 1.600.000 votos, derrotando o candidato da Arena Cláudio Lembo, assim conquistando a suplência do senador eleito Franco Montoro. Embora tivesse combinado com Plínio de construir um partido socialista, caso atingisse a marca do milhão de votos, o que demonstraria viabilidade eleitoral de candidatos de esquerda, Fernando Henrique alegou que, se cumprisse o combinado, estaria encorajando o divisionismo. Plínio, perplexo com a inversão de prioridades do colega, rompeu com o PMDB.
Decepcionados com a atitude de Fernando Henrique, Plínio e Weffort entraram para o Partido dos Trabalhadores em 1980, data da fundação dessa agremiação de orientação socialista. Plínio foi o autor do estatuto do partido e um dos idealizadores do seus núcleos de base. Em 1982, candidatou-se a deputado federal por São Paulo, tornando-se primeiro suplente. Posteriormente viria a ocupar o cargo, quando o deputado Eduardo Suplicy se afastou do parlamento para disputar a prefeitura de São Paulo.
ResponderExcluirEm 1986, Plínio Sampaio foi eleito deputado federal constituinte, com 63.899 votos, tendo sido o segundo mais votado do PT (depois de Luiz Inácio Lula da Silva) e o 27º mais votado de São Paulo. Como deputado constituinte ficou nacionalmente conhecido ao propor e defender um modelo constitucional de reforma agrária, que visava acabar com os latifúndios; além disso, tornou-se o único deputado petista a presidir uma Comissão de Trabalho.
Durante a Assembléia Nacional Constituinte, foi membro da Comissão de Redação, da Comissão de Sistematização, da Comissão da Organização do Estado e da Subcomissão de Municípios e Regiões, que presidiu.[3] Fez parte do bloco suprapartidário de articulação da Igreja Católica, como membro da Comissão de Acompanhamento da CNBB na Constituinte. Foi ainda vice-líder da bancada do PT em 1987, e substituiu Luís Inácio Lula da Silva na liderança do partido, em 1988 no mesmo ano disputa as prévias internas no PT para sair candidato a prefeitura de São Paulo sendo derrotado por Luiza Erundina, exercendo a função de vice-líder petista até 1990.
Candidatou-se a governador do Estado de São Paulo, em 1990, sendo derrotado pelo secretário de Segurança Pública Luiz Antônio Fleury Filho, candidato do PMDB, ostensivamente apoiado pelo governador Orestes Quércia.
Após desligar-se do Partido dos Trabalhadores, do qual foi um dos fundadores e histórico dirigente, ingressou no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Por não concordar com o rumo político do PT, Plínio desligou-se do partido em 2005 - logo após 1º turno do Processo de Eleições Diretas (PED) que elegeu um novo Diretório Nacional. Na ocasião Plínio foi candidato a presidente nacional do PT encabeçando a chapa "Esperança Militante", quando conquistou 13,4% dos votos dos filiados e alcançou a 4ª colocação. Em 2006, como candidato do PSOL a governador do Estado de São Paulo, chegou a dizer, durante debate que precedeu o primeiro turno das eleições, que o programa político do PT era idêntico ao do PSDB.
ResponderExcluirPor defender a luta pelo socialismo, diverge do programa democrático-popular da direção majoritária do PSOL, representada por Heloisa Helena e pelas correntes Movimento Esquerda Socialista e Ação Popular Socialista, por repetir os erros do PT. Em contraposição, colabora para a construção de um campo revolucionário dentro do partido, com as correntes Coletivo Socialismo e Liberdade, Coletivo Socialista Rosa do Povo e centenas de militantes socialistas como Sandra Feltrín, Fernando Silva Tostão, Agnaldo Fernandes, Roberto Leher, Bruno Meirinho, Plínio de Arruda Sampaio Filho, Rosa Marques, Marcelo Badaró, Paulo Rios, Paulo Gouveia, Júnia Golveia, Jorginho Martins, Ricardo Antunes, José de Campos Ferreira, Jesualdo Campos Júnior, Hélio de Jesus, Paulo Pasin, Leninha e Raul Marcelo.
Durante o II Congresso do PSOL, o deputado estadual Raul Marcelo lançou a pré-candidatura de Plínio à presidência da República, com o propósito de construir um programa que sirva para lutar contra os efeitos da crise econômica sobre os trabalhadores e pela unidade da esquerda socialista contra o capital.
ResponderExcluirA tese defendeu o aprofundamento das relações com os países da América Latina para a construção de saídas coletivas, lembrando que o Brasil foi o 2º país mais impactado na redução do PIB e perdeu 1 milhão de postos de trabalho, sendo 800 mil com carteira assinada.
Raul Marcelo também defendeu um partido de militantes nucleados, com autonomia de classe, que não receba recurso dos patrões, com uma política clara de alianças de classe com PCB e PSTU e não com o PV.
Dias depois foi apresentado um manifesto com centenas de assinaturas em apoio a pré-candidatura de Plínio de Arruda Sampaio. O conteúdo na íntegra pode ser encontrado no site http://pliniopresidente.com. Até o momento, entre milhares de pessoas, filiadas ou não ao PSOL, que já aderiram à pré-candidatura, há Fábio Konder Comparato, Aziz Ab'Saber, José Arbex Jr., Dom Cappio, Dom Tomás Balduíno, Carlos Nelson Coutinho, Leandro Konder, Virgínia Fontes, Vito Letízia, Ivan Valente, Rosa Marques, Marcelo Freixo, Gilberto Maringoni, João Alfredo, João Machado, Chico de Oliveira, Ricardo Antunes, Chico Alencar, Raul Marcelo, José Nery, Milton Temer, Arthur Moreira, Fernando Silva "Tostão", Sandra Feltrín, Hugo Maron entre outras pessoas com histórica trajetória na esquerda brasileira. E, inclusive tem apoio internacional, como o recebido de István Mészáros e François Chesnais. Em 10 de Abril de 2010, foi confirmada a pré-candidatura de Plínio de Arruda Sampaio à presidência e em 30 de junho de 2010, em Convenção realizada em São Paulo, seu nome foi oficializado candidato ao cargo, tendo como vice o pedagogo Hamilton Assis, do PSOL baiano.
Plínio obteve destaque na imprensa e na rede social twitter por conta de seu desempenho no primeiro debate eleitoral entre os postulantes à cadeira de Lula, realizado pela TV Bandeirantes em 5 de Agosto de 2010.
Fora do debate promovido em 18 de agosto de 2010 pela Folha/UOL, Plínio convocou um "tuitaço" e chegou pela segunda vez ao trending topics, expressão usada para classificar o número um do ranking da rede twitter.
Durante o II Congresso do PSOL, o deputado estadual Raul Marcelo lançou a pré-candidatura de Plínio à presidência da República, com o propósito de construir um programa que sirva para lutar contra os efeitos da crise econômica sobre os trabalhadores e pela unidade da esquerda socialista contra o capital.
ResponderExcluirA tese defendeu o aprofundamento das relações com os países da América Latina para a construção de saídas coletivas, lembrando que o Brasil foi o 2º país mais impactado na redução do PIB e perdeu 1 milhão de postos de trabalho, sendo 800 mil com carteira assinada.
Raul Marcelo também defendeu um partido de militantes nucleados, com autonomia de classe, que não receba recurso dos patrões, com uma política clara de alianças de classe com PCB e PSTU e não com o PV.
Dias depois foi apresentado um manifesto com centenas de assinaturas em apoio a pré-candidatura de Plínio de Arruda Sampaio. O conteúdo na íntegra pode ser encontrado no site http://pliniopresidente.com. Até o momento, entre milhares de pessoas, filiadas ou não ao PSOL, que já aderiram à pré-candidatura, há Fábio Konder Comparato, Aziz Ab'Saber, José Arbex Jr., Dom Cappio, Dom Tomás Balduíno, Carlos Nelson Coutinho, Leandro Konder, Virgínia Fontes, Vito Letízia, Ivan Valente, Rosa Marques, Marcelo Freixo, Gilberto Maringoni, João Alfredo, João Machado, Chico de Oliveira, Ricardo Antunes, Chico Alencar, Raul Marcelo, José Nery, Milton Temer, Arthur Moreira, Fernando Silva "Tostão", Sandra Feltrín, Hugo Maron entre outras pessoas com histórica trajetória na esquerda brasileira. E, inclusive tem apoio internacional, como o recebido de István Mészáros e François Chesnais. Em 10 de Abril de 2010, foi confirmada a pré-candidatura de Plínio de Arruda Sampaio à presidência e em 30 de junho de 2010, em Convenção realizada em São Paulo, seu nome foi oficializado candidato ao cargo, tendo como vice o pedagogo Hamilton Assis, do PSOL baiano.
Plínio obteve destaque na imprensa e na rede social twitter por conta de seu desempenho no primeiro debate eleitoral entre os postulantes à cadeira de Lula, realizado pela TV Bandeirantes em 5 de Agosto de 2010.
Fora do debate promovido em 18 de agosto de 2010 pela Folha/UOL, Plínio convocou um "tuitaço" e chegou pela segunda vez ao trending topics, expressão usada para classificar o número um do ranking da rede twitter.
Plínio de Arruda Sampaio é um dos mais respeitados intelectuais de esquerda católica e também um do mais árduos defensores da Teologia da Libertação entre o laicato. Suas posições fortes em defesa da reforma agrária também o tornam muito querido pelos movimentos sociais de trabalhadores sem-terra, sendo também presidente da ABRA, a Associação Brasileira de Reforma Agrária, gestão 2007-2010 [4].
ResponderExcluirDesde 1996 é diretor do jornal Correio da Cidadania, veículo de imprensa independente da cidade de São Paulo.
Em 2007, aos 76 anos, participou ativamente da histórica passeata na Avenida Paulista organizada no dia Dia Internacional da Mulher, pelos direitos da mulher trabalhadora e contra a política externa do presidente estadunidense George W. Bush
Valeu gente! Conseguimos furar mais uma vez o bloqueio da grande mídia! Até mais tarde!
ResponderExcluir11:26 AM Aug 18th vía web
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Começa o 4º bloco do #debatefolhauol com + gente seguindo
nosso twitcam do q no bate-papo UOL http://twitcam.livestream.com/1p8ct
11:16 AM Aug 18th vía web
A juventude que não é rebelde,não é juventude. (@pliniodearruda
live on http://twitcam.com/1p8mi)
11:09 AM Aug 18th vía Twitcam.com
pliniodearruda a aplicação de 20% dos impostos e
contribuições destinados à políticas públicas para alimentar o superávit fiscal - a BOLSA BANQUEIRO
11:07 AM Aug 18th vía web
Retwitteado por ti y 40 más
Para acompanhar o debate comigo,clique aqui. (@pliniodearruda
live on http://twitcam.com/1p8mi)
11:06 AM Aug 18th vía Twitcam.com
O que os candidatos chapa branca não contam é que eles
aprovaram e executaram a DRU – DESVINCULAÇÃO DE RECEITA DA UNIÃO – que desobriga ...
11:05 AM Aug 18th vía web
Os seguidores que ainda ñ estão acompanhando o Tuitaço podem
ver os comentários sobe o @UOLEleicoes em http://twitcam.livestream.com/1p8ct
11:02 AM Aug 18th vía web
Trabalhadores que ganham até 2 SM gastam 46% de sua renda
em impostos indiretos. Os que ganham mais de 30 SM apenas 16% indiretos
11:01 AM Aug 18th vía web